Ansiedade, o que é e como tratar? Mitos e Verdades

Ansiedade, o que é e como tratar? Mitos e Verdades

Ter ansiedade ou medo quer dizer que estou doente? Mito. A ansiedade ou medo são reações normais e adaptativas, um sinal de alerta que nos indica uma situação de perigo iminente e nos capacita a lutar ou fugir, e nos direciona na tomada de medidas necessárias para evitar a ameaça ou contorná-la da melhor forma possível. Graças à ansiedade, nossos ancestrais do período das cavernas não viraram comida de grandes predadores. Existem algumas distinções entre ansiedade e medo as quais podem variar de acordo com diferentes teóricos como Sigmund Freud, Aaron Beck e David Barlow.

O que é a ansiedade?

De uma forma geral, podemos descrever ansiedade e medo como uma sensação difusa e desagradável de apreensão, frequentemente acompanhada de sintomas corporais como aumento da frequência cardíaca, falta de ar, aperto no peito, bolo na garganta, dormência, sudorese, tremor, tensão e dor muscular, entre outros. As pessoas com transtorno de ansiedade tendem a pensar sobre as piores hipóteses, um padrão de pensamento marcado pela presunção de que sérias ameaças são muito mais prováveis do que realmente são, um padrão conhecido por catastrofização. Uma situação de risco que, embora possível (“e se”), é um exagero do perigo real.

De acordo com o DSM 5, os transtornos de ansiedade são considerados uma família de transtornos mentais relacionados entre si que inclui: transtorno de pânico, agorafobia, fobia específica, transtorno de ansiedade ou fobia social e transtorno de ansiedade generalizada (TAG). Entenda os transtornos de ansiedade como uma grande árvore e os subtipos específicos representando seus galhos, embora tenham uma base em comum, o tronco, apresentam particularidades.

Em consultas com psiquiatras, alguns questionamentos são muito comuns entre os pacientes ansiosos, muitos dos quais reforçam o sentimento de descontrole e invalidam o sofrimento individual como se estar doente fosse um sinal de fraqueza. Entre as dúvidas e distorções cognitivas mais comuns observadas nos atendimentos em casos de transtornos de ansiedade, merecem destaque: “O que me fez ficar assim?/ Sinto como se estivesse perdendo o controle e tenho medo de enlouquecer/ Fui no pronto socorro e me disseram que não tenho nada, que é coisa da minha cabeça, os exames estão todos normais/ Vou infartar ou ter um derrame/ Estou com medo de passar mal e morrer/ As pessoas acham que é frescura/ E se, e se, e se… Muitos são os pensamentos que remetem ao receio de não ter controle e perder a sanidade mental.

Então, o que causa os transtornos de ansiedade?

Pergunta difícil e complexa, de uma forma geral, pode-se dizer que as causas são biopsicossociais, isto é, fatores biológicos, psicológicos e sociais os quais estão inter-relacionados. Um trauma/abuso/violência na infância (fator externo – social) pode causar cicatrizes no sistema nervoso central (bio) e na personalidade (psico) do indivíduo o qual estará mais suscetível ao adoecimento psíquico na vida adulta. Estudos mostram que esses traumas podem deixar o eixo hipotálamo – hipófise – suprarrenal hiperativado, com maiores descargas de cortisol e noradrenalina. Alguns comportamentos típicos dos dias atuais são fontes substanciais de ansiedade tais como o aumento de demandas (trabalho, WhatsApp, e-mails, concorrência e uma incansável busca pela perfeição), estamos on-line 24 horas por dia sendo bombardeados por excesso de informações.

Os quadros ansiosos representam os transtornos mentais mais comum na atualidade. O jornal O Estado de São Paulo publicou uma matéria no dia 05 de junho de 2019 na qual cita um dado alarmante da Organização Mundial de Saúde (OMS): o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo, um total de 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com um transtorno de ansiedade.

O objetivo do tratamento não é abolir a ansiedade/medo, senti-los nos torna humanos e não existe vida sem esta emoção primária. A ansiedade deixa de ser uma reação adaptativa e torna-se um transtorno digno de tratamento quando é desproporcional à situação externa e interna que a causou, deixando de funcionar como uma motor que nos impele para a frente e transformando-se em uma freio, algo paralisante e tóxico que causa sofrimento significativo ou compromete nosso funcionamento social e/ou profissional.

Tratamentos para ansiedade

Entre os tratamentos disponíveis para os transtornos ansiosos, temos as intervenções farmacológicas e não farmacológicas. Os casos mais leves podem ser conduzidos com psicoterapia, dentre as quais merece destaque a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) cujo resultado se equipara ao das medicações. Além da terapia, podemos citar a prática regular de atividade física, medidas de higiene do sono, evitar excesso de alimentos ou substâncias estimulantes como a cafeína e a nicotina, e a prática de atenção plena ou mindfulness a qual tem se firmado como uma eficaz estratégia na redução da ansiedade e melhora da qualidade de vida. Para os casos moderados a grave, ou na impossibilidade de realizar psicoterapia, o suporte psiquiátrico e o uso de medicação pode ser indicado. Um dos maiores mitos dos pacientes em relação ao tratamento medicamentoso é o risco de dependência ou “ficar dopado, sem reação, mudar seu jeito de ser”. O tratamento medicamentoso mais usado e estudado para os transtornos ansiosos são os inibidores seletivos da recaptação de serotonina, fármacos isentos de risco de dependência e que geralmente não cursam com efeito sedativo.

Buscar ajuda de um psiquiatra e/ou psicólogo, fazer psicoterapia e/ou usar uma medicação controlada não é sinal de fraqueza, muito pelo contrário, é um sinal de força e de enfrentamento, uma evidência concreta de que o indivíduo não se rendeu ao medo e está lutando contra seu adoecimento.

Sugestões de livros, textos e filmes

Filme: Divertida Mente.

Livros:

  • Vencendo a ansiedade e a preocupação;
  • Manual do paciente;
  • Clark & Beck.

Textos:

  • Técnicas de Relaxamento e Respiração Diafragmática
  • Compreendendo o Pânico e a Ansiedade
  • Estratégia A.C.A.L.M.E.-S.E.
  • O Brasil é o país mais ansioso do mundo segundo a OMS

Autor: Custódio Martins, Médico Psiquiatra – CRMDF 15.295 RQE nº 10.669, Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental com formação em Terapia do Esquema.

No atual contexto da pandemia do COVID-19, a incerteza e a baixa previsibilidade do vírus, não apenas ameaçam a saúde física das pessoas, mas também afetam a saúde mental, trazendo impacto psicológico em níveis mais altos de estresse, ansiedade e depressão.

As medidas de isolamento empregadas, embora necessárias e indicadas pela OMS para controle da pandemia, podem trazer impacto psicológico negativo e piora em relação aos níveis de ansiedade e qualidade de vida, segundo alguns estudos iniciais.

Um estudo sobre o impacto emocional do COVID-19 e medidas de isolamento empregadas, mostrou que as pessoas mostraram mais emoções negativas (ansiedade, depressão e indignação) e menos positivas emoções (felicidade) nesses contextos. Esse estudo concluiu que informações específicas de saúde atualizadas e precisas (por exemplo, tratamento, situação local do surto) e medidas de precaução específicas (por exemplo, higiene das mãos, uso de máscara) foram associadas a um menor impacto psicológico do surto e a níveis mais baixos de estresse, ansiedade e depressão.

Outro estudo incluiu 1210 entrevistados de 194 cidades da China. No total, 53,8% dos entrevistados clasTer ansiedade ou medo quer dizer que estou doente? Mito. A ansiedade ou medo são reações normais e adaptativas, um sinal de alerta que nos indica uma situação de perigo iminente e nos capacita a lutar ou fugir, e nos direciona na tomada de medidas necessárias para evitar a ameaça ou contorná-la da melhor forma possível. Graças à ansiedade, nossos ancestrais do período das cavernas não viraram comida de grandes predadores. Existem algumas distinções entre ansiedade e medo as quais podem variar de acordo com diferentes teóricos como Sigmund Freud, Aaron Beck e David Barlow.

O que é a ansiedade?

De uma forma geral, podemos descrever ansiedade e medo como uma sensação difusa e desagradável de apreensão, frequentemente acompanhada de sintomas corporais como aumento da frequência cardíaca, falta de ar, aperto no peito, bolo na garganta, dormência, sudorese, tremor, tensão e dor muscular, entre outros. As pessoas com transtorno de ansiedade tendem a pensar sobre as piores hipóteses, um padrão de pensamento marcado pela presunção de que sérias ameaças são muito mais prováveis do que realmente são, um padrão conhecido por catastrofização. Uma situação de risco que, embora possível (“e se”), é um exagero do perigo real.

De acordo com o DSM 5, os transtornos de ansiedade são considerados uma família de transtornos mentais relacionados entre si que inclui: transtorno de pânico, agorafobia, fobia específica, transtorno de ansiedade ou fobia social e transtorno de ansiedade generalizada (TAG). Entenda os transtornos de ansiedade como uma grande árvore e os subtipos específicos representando seus galhos, embora tenham uma base em comum, o tronco, apresentam particularidades.

Em consultas com psiquiatras, alguns questionamentos são muito comuns entre os pacientes ansiosos, muitos dos quais reforçam o sentimento de descontrole e invalidam o sofrimento individual como se estar doente fosse um sinal de fraqueza. Entre as dúvidas e distorções cognitivas mais comuns observadas nos atendimentos em casos de transtornos de ansiedade, merecem destaque: “O que me fez ficar assim?/ Sinto como se estivesse perdendo o controle e tenho medo de enlouquecer/ Fui no pronto socorro e me disseram que não tenho nada, que é coisa da minha cabeça, os exames estão todos normais/ Vou infartar ou ter um derrame/ Estou com medo de passar mal e morrer/ As pessoas acham que é frescura/ E se, e se, e se… Muitos são os pensamentos que remetem ao receio de não ter controle e perder a sanidade mental.

Então, o que causa os transtornos de ansiedade?

Pergunta difícil e complexa, de uma forma geral, pode-se dizer que as causas são biopsicossociais, isto é, fatores biológicos, psicológicos e sociais os quais estão inter-relacionados. Um trauma/abuso/violência na infância (fator externo – social) pode causar cicatrizes no sistema nervoso central (bio) e na personalidade (psico) do indivíduo o qual estará mais suscetível ao adoecimento psíquico na vida adulta. Estudos mostram que esses traumas podem deixar o eixo hipotálamo – hipófise – suprarrenal hiperativado, com maiores descargas de cortisol e noradrenalina. Alguns comportamentos típicos dos dias atuais são fontes substanciais de ansiedade tais como o aumento de demandas (trabalho, WhatsApp, e-mails, concorrência e uma incansável busca pela perfeição), estamos on-line 24 horas por dia sendo bombardeados por excesso de informações.

Os quadros ansiosos representam os transtornos mentais mais comum na atualidade. O jornal O Estado de São Paulo publicou uma matéria no dia 05 de junho de 2019 na qual cita um dado alarmante da Organização Mundial de Saúde (OMS): o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo, um total de 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com um transtorno de ansiedade.

O objetivo do tratamento não é abolir a ansiedade/medo, senti-los nos torna humanos e não existe vida sem esta emoção primária. A ansiedade deixa de ser uma reação adaptativa e torna-se um transtorno digno de tratamento quando é desproporcional à situação externa e interna que a causou, deixando de funcionar como uma motor que nos impele para a frente e transformando-se em uma freio, algo paralisante e tóxico que causa sofrimento significativo ou compromete nosso funcionamento social e/ou profissional.

Tratamentos para ansiedade

Entre os tratamentos disponíveis para os transtornos ansiosos, temos as intervenções farmacológicas e não farmacológicas. Os casos mais leves podem ser conduzidos com psicoterapia, dentre as quais merece destaque a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) cujo resultado se equipara ao das medicações. Além da terapia, podemos citar a prática regular de atividade física, medidas de higiene do sono, evitar excesso de alimentos ou substâncias estimulantes como a cafeína e a nicotina, e a prática de atenção plena ou mindfulness a qual tem se firmado como uma eficaz estratégia na redução da ansiedade e melhora da qualidade de vida. Para os casos moderados a grave, ou na impossibilidade de realizar psicoterapia, o suporte psiquiátrico e o uso de medicação pode ser indicado. Um dos maiores mitos dos pacientes em relação ao tratamento medicamentoso é o risco de dependência ou “ficar dopado, sem reação, mudar seu jeito de ser”. O tratamento medicamentoso mais usado e estudado para os transtornos ansiosos são os inibidores seletivos da recaptação de serotonina, fármacos isentos de risco de dependência e que geralmente não cursam com efeito sedativo.

Buscar ajuda de um psiquiatra e/ou psicólogo, fazer psicoterapia e/ou usar uma medicação controlada não é sinal de fraqueza, muito pelo contrário, é um sinal de força e de enfrentamento, uma evidência concreta de que o indivíduo não se rendeu ao medo e está lutando contra seu adoecimento.

Sugestões de livros, textos e filmes

Filme: Divertida Mente.

Livros:

  • Vencendo a ansiedade e a preocupação;
  • Manual do paciente;
  • Clark & Beck.

Textos:

  • Técnicas de Relaxamento e Respiração Diafragmática
  • Compreendendo o Pânico e a Ansiedade
  • Estratégia A.C.A.L.M.E.-S.E.
  • O Brasil é o país mais ansioso do mundo segundo a OMS

Autor: Custódio Martins, Médico Psiquiatra – CRMDF 15.295 RQE nº 10.669, Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental com formação em Terapia do Esquema.sificaram o impacto psicológico do surto como moderado ou grave; 16,5% relataram sintomas depressivos moderados a graves; 28,8% relataram sintomas de ansiedade moderados a graves; e 8,1% relataram níveis de estresse moderado a grave.

Nesse cenário, a sensação de ameaça à potencial doença traz por si só uma tendência a desenvolver comportamentos evitativos e desencadear emoções negativas. Essas emoções negativas ajudam a manter as pessoas longe de possíveis patógenos quando se refere à doença, no entanto, a presença delas a longo prazo pode reduzir a função imunológica das pessoas e destruir o equilíbrio de seus mecanismos fisiológicos devido à exposição ao estresse prolongado.

Nesse contexto e considerando o momento epideomiológico atual do COVID-19, sugerimos algumas medidas que podem auxiliar na manutenção da saúde mental nesse período:

Tenha cuidado com as informações que recebe e compartilha

É normal estar preocupado, querer informar-se, mas cuide para que as fontes de leitura sejam confiáveis e limite apenas um ou dois momentos do dia para atualizar-se sobre o cenário atual. O excesso de informações chegando a todo momento via aplicativos de celular pode ativar ansiedade e acentuar sintomas psiquiátricos, ativando o sistema nervoso autônomo e predispondo a alterações fisiológicas de resposta ao estresse.

Organize o seu tempo

O trabalho em Home Office é uma estratégia que pode ser muito positiva em relação a evitar o contato e contaminação do COVID-19, mas é necessário estabelecer um horário para execução e reservar um ambiente em casa para que essas atividades sejam desempenhadas com tranquilidade. Organize pequenas pausas durante o trabalho e se planeje para que encerre suas atividades no máximo uma hora antes do horário proposto para dormir para garantir uma boa higiene do sono.

Lembre-se que estabelecer horário para suas atividades laborais e preservar momentos de lazer e descanso é muito importante para fortalecer a saúde mental.

Reforce o seu autocuidado

Mantenha horários regulares de sono, cuide da qualidade da sua alimentação, faça atividades físicas dentro de casa e experimente práticas de meditação. A sociedade vipassana está oferecendo gratuitamente pelo instagram @sociedade.vipassana transmissão online de meditações e Yoga para serem feitas em casa nesse período de isolamento social do COVID-19.

Alguns museus também liberaram acesso para tour virtual e coleções online nesse período gratuitamente:

  • Pinacoteca de Brera – Milão
  • Galeria Uffizi – Florença
  • Museus do Vaticano – Roma
  • Museu Arqueológico – Atenas
  • Prado – Madrid
  • Louvre – Paris
  • Museu Britânico – Londres
  • Museu Metropolitano – Nova Iorque
  • Hermitage – São Petersburgo
  • Galeria Nacional de Arte – Washington

Outra dica é aproveitar que algumas operadoras disponibilizaram canais de assinatura sem custo adicional e pode ser uma oportunidade para assistir algo do seu interesse para relaxar.

Reforce seus vínculos familiares

As medidas de isolamento por vezes limitam a convivência exclusivamente com as pessoas com quem você mora e isso pode ser favorecer a um momento importante e saudável de reforçar vínculos: aproveite para brincar com seus filhos, estar presente nos momentos de refeições em família, conversar com seus pais, irmãos, companheiro(a) e assistir e discutir sobre filmes e séries que tenham interesse comum.

Pra quem não está próximo fisicamente, use a tecnologia a seu favor: faça chamadas de vídeos através de aplicativos e converse diariamente com pessoas que lhe são importantes, como familiares e amigos.

Sabemos que o contexto atual tem trazido muita insegurança, as informações e orientações acerca do COVID-19 são modificadas com muita rapidez, mas gostaríamos de reforçar que o momento da epidemia no Brasil é de prudência, não de pânico e trabalharemos juntos para superá-lo.

Referências Bibliográficas:

  • The Impact of COVID-19 Epidemic Declaration on Psychological Consequences: A Study on Active Weibo Users.
    Li S, Wang Y, Xue J, Zhao N, Zhu T.
    Int J Environ Res Public Health. 2020 Mar 19;17(6). pii: E2032. doi: 10.3390/ijerph17062032.
  • Factors Associated With Mental Health Outcomes Among Health Care Workers Exposed to Coronavirus Disease 2019.
    Lai J, Ma S, Wang Y, Cai Z, Hu J, Wei N, Wu J, Du H, Chen T, Li R, Tan H, Kang L, Yao L, Huang M, Wang H, Wang G, Liu Z, Hu S.
    JAMA Netw Open. 2020 Mar 2;3(3):e203976. doi: 10.1001/jamanetworkopen.2020.3976.
  • Immediate Psychological Responses and Associated Factors during the Initial Stage of the 2019 Coronavirus Disease (COVID-19) Epidemic among the General Population in China.
    Wang C, Pan R, Wan X, Tan Y, Xu L, Ho CS, Ho RC. Int J Environ Res Public Health. 2020 Mar 6;17(5). pii: E1729. doi: 10.3390/ijerph17051729.
  • Patients with mental health disorders in the COVID-19 epidemic.
    Yao H1, Chen JH2, Xu YF3. Lancet Psychiatry. 2020 Apr;7(4):e21. doi: 10.1016/S2215-0366(20)30090-0.
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