Nossa História
Em 2016, três amigos fundaram o Instituto de Neurociências de Brasília (INCB) a partir de uma ideia comum: cuidar da saúde mental de um jeito integrado, reunindo num único lugar o comportamento, a cognição, as emoções e o sistema nervoso. São áreas que costumam ficar espalhadas entre consultórios diferentes.
Essa lógica interdisciplinar existe desde o primeiro atendimento. Olhar para o paciente além do diagnóstico significa levar em conta história, sintomas, funcionamento, contexto de vida, comorbidades e necessidades de cada pessoa.
Com o tempo, a estrutura acompanhou essa lógica: mais espaço, mais gente no corpo clínico, mais recursos. Hoje isso significa consultas em várias especialidades médicas, acompanhamento em saúde mental, psicoterapia, avaliação neuropsicológica, testagem farmacogenética e Estimulação Magnética Transcraniana (EMT), técnica de neuromodulação não invasiva.
A primeira ampliação veio em 2018: novos consultórios e uma sala dedicada à EMT.
Depois veio a pandemia. A telemedicina e o teleatendimento entraram na rotina do INCB, seguindo as normas profissionais da época. Passada a emergência, a telemedicina permaneceu disponível quando fazia sentido clinicamente.
Em 2021, nova expansão: nasceu a Unidade de Psicoterapia e a sede foi reorganizada. Em 2023, veio a Unidade de Neuropsicologia. Com ela, avaliação clínica, cognição e funcionamento passaram a se integrar mais.
A gestão cresceu junto. Hoje são quatro sócios-gestores, todos do corpo clínico. Quem atende paciente é o mesmo grupo que decide para onde a instituição vai.
Em 2026, o INCB completa dez anos. É nesse marco que nasce o Núcleo de Depressão Resistente.
Ele não é um serviço criado do zero: é a experiência acumulada em dez anos de trabalho interdisciplinar, agora reunida numa coordenação única para adultos com depressão resistente ou quadros depressivos complexos. No Núcleo, avaliação, acompanhamento e continuidade do tratamento deixam de ser etapas soltas e passam a ser um percurso único, decidido caso a caso.
O Núcleo não inventa um princípio novo. Reafirma o que já sustentava o Instituto desde 2016: tratamento pensado para cada pessoa, entre diferentes possibilidades de cuidado, com profissionais de áreas diferentes trabalhando juntos, não em paralelo. A formação por trás disso pode ser conferida, não só declarada.
A estrutura física de hoje tem sete consultórios, uma sala de EMT e três ambientes de recepção, pensados para preservar a privacidade e o conforto do paciente.
O corpo clínico do INCB tem formação especializada. Na psiquiatria, todos os médicos têm residência médica e Registro de Qualificação de Especialista (RQE), que qualquer pessoa pode conferir no Conselho Federal de Medicina. É uma credencial pública, e é isso que sustenta a responsabilidade profissional de quem atende ali.
Dez anos depois daquela ideia de 2016, o INCB tem hoje uma presença consolidada em saúde mental e neurociências em Brasília. Não por um salto único, mas por uma sequência de expansões que só aconteceram quando havia necessidade real: mais uma unidade quando fazia sentido, mais um consultório quando fazia falta. É essa mesma lógica que sustenta o Instituto até hoje: assistência clínica e profissionais de áreas diferentes trabalhando juntos.

